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O que não está em seu Linkedin?

Login, senha, conexão ok. Pronto, online.  Sem mensagens hoje, apenas algumas notificações, respostas automáticas para parabenizar aniversários, promoções, ou conexões que iniciaram especializações. Acredito muito na potencialidade do Linkedin, e de fato é uma rede social diferenciada, onde é possível se manter informado, fazer conexões, tomar conhecimento de oportunidades.  Em 2017 conheci o escritório deles, e foi uma experiência incrível.  Hoje não irei analisar a operação deles, ou indicar sobre como expandiram no mundo, afinal isso é notável. Quero falar sobre os usuários, e compartilhar minhas percepções.  Voltando um pouco sobre o começo do texto, após logar na plataforma, é possível ver o seguinte: Dados básicos do usuário , uma breve apresentação pessoal, o histórico das empresas em que passou, e também a relação de instituições que você estudou. Foto formal, ou aquela picture que passe um ideal que você é descolado,entretanto possui o per...

Diversidade não é produto pop

O conceito de diversidade tem sido falado de forma muito ampla no mercado de trabalho, e dentro das muitas faltas que o Brasil vive, isso é um ganho, mas em contra ponto é preciso termos atenção a essa temática.  Vejo empresas vestindo uma roupagem comercial, mas sem muita representatividade. Atuando apenas dentro de um cenário midiático, porque em alguns casos se tornou interessante falar de minorias, mas sem muito aprofundamento, porque não existe interesse em impacto social, o foco permanece sendo o retorno apenas em lucratividade. Com isso, descartando a pluralidade da compreensão contextual em que a diversidade se forma. Falta propósito. Prometo não me alongar em todas as especificações que gostaria de trazer, mas levantarei pontos relevantes em nossa conversa hoje. Em maio de 2019 estive em uma palestra no MIS (Museu da Imagem e Som), na capital paulista, onde Ana Maria Gonçalves, a escritora do livro O Defeito da Cor transcorria sobre a sociedade atual que ...

Periferia, Educador Social e o Terceiro Setor

A periferia é o lugar de fala de muitos brasileiros, e em alguns aspectos parece um mundo paralelo onde índices preocupantes alertam a sociedade que responde de forma desinteressada, mas fora o contexto de problemas sociais, como pobreza, marginalidade, e a falta de acessibilidade a direitos básicos, existe dentro desse espaço um mundo plural que segue se desenvolvendo, apesar de toda precariedade. Um ator muito significado dentro desse espaço é o Terceiro Setor, tendo agentes impares na interação com jovens, adultos e adolescentes: os educadores sociais.  Não retirando a contribuição dos demais profissionais que atuam com políticas públicas, mas observando especificamente para esse profissional é indispensável entender seu papel, e desafios frente a rotina diária. Em 2006, quando tive a oportunidade de fazer um curso profissionalizante na Ação Comunitária que hoje recebe o nome de Vocação, pude aprender noções administrativas, descobri outras funções do computador, além ...

Jéssica, Los Hermanos e eu.

"Moça, olha só o que eu te escrevi..." Não sei bem por onde começar, geralmente não sou bom com começos, mas também sou um pouco desajeitado com finais. E é estranho trazer um história que parece mais estória, afinal não aconteceu aquele simples ciclo de inicio, meio e fim. Tudo aconteceu dentro de mim. Vamos lá! Há sete anos atrás conheci Los Hermanos, e também conheci Jéssica. Foi a segunda Jéssica da minha vida, é engraçado dizer, mas já me apaixonei por três Giseles, e duas Jéssicas ao longo dessa jornada desajustada. Longa história, meus caros, mas retornemos ao que interessa. Jéssica é dessas garotas de riso largo, que perde os olhos ao sorrir, e tem uma risada aguda que faz com que você sorria vendo ela sorrir. Eu a chamava de pequena, mas ela é cumprida, cheia de ideias, e com uma infinidade de assuntos peculiares. É alguém que é bonita de dentro para fora, e é uma pessoa com quem vale a pena compartilhar um café, um chá, uma cerveja, a vida.  Em 2012, lembro...

Ressignificar é preciso

2018 foi um daqueles anos de rolling in the deep (existem traduções bonitas e poéticas para essa expressão, mas entenda como ladeira abaixo). Um ano pesado; sinto que foram muitos anos vividos em um só. Aconteceram despedidas forçadas, e isso dá um nozinho na garganta, mas entendamos os tristes finais do ciclo da vida. Também me despedi de gente que seguiu para outro continente atrás de vida nova, mas o consolo do reencontro me tranquiliza. Me desfiz de vínculos tóxicos e abusivos, com o tempo aprendemos a priorizar nossa saúde mental. Entre um entrar e sair de mês acompanhei a vida acontecendo, e senti desapontamento acompanhado por medo. Principalmente quando percebi que a fé se tornará instrumento de manipulação e propagação de ódio na sociedade, eu poderia justificar como política, entretanto falaram muito sobre Deus e uma justiça que parece injustiça. Uma justiça que odeia o diferente e não acolhe, não me parece prática de fé, afinal amor moral não é amor. Talvez eu tenha perce...

Aquele que todo mundo faz 30 anos

Sempre tive medo dos 30 anos, sempre considerei ser minha data de validade para realizar minhas principais conquistas. Estipulava trocentas viagens, carro quatro portas, apartamento na área nobre da cidade, casório em Vegas, inglês fluente, cargo de importância e um salário de muitos dígitos. E ser um pastor vibe Martin Luther King, queria me envolver em causas humanas, e de fato significativas.  Uffa, muita coisa para atingir o protocolo do sucesso. Uma vez a mãe de uma amiga durante um almoço me disse o seguinte: Almir, existe vida após os 30 anos, então fica quieto e come. Engoli a lasanha, minhas falas ansiosas, e aquele medo. Gostei daquele choque afetuoso que ela me deu.  No caminho voltando para casa ponderei alguns pontos, e conclui que uma neura a mais não vale o omeprazol do dia seguinte. Tenho 27 anos, e ter essa idade me deixou mais assertivo comigo mesmo. Quem me conhece de pertinho sabe que comigo é foco no foco, mas às vezes é preciso relaxar para conseguir r...

Experiência do cliente: bola na sua quadra!

Em 2014 eu entrei na pós graduação mais perdido do que cachorro em mudança, mas com o tempo me deparei com questões que passei a gostar cada vez mais: serviços, produtos e clientes. Marketing is love! Me apaixonei, foi amor à primeira vista. Comprei livros sobre, ganhei livros sobre a temática. Cismei com o mestrado, e por fim contive a minha afobação. Chico Buarque diz que o amor sabe esperar, e eu ainda estou aprendendo esse negócio.  Mas deixando a prosa de lado, quero especificamente somar os tópicos que citei em algo que muitas organizações estão atentas, e talvez você já tenha ouvido falar. Quero falar sobre a experiência do cliente. E esse ponto é o que está agregando ou separando o vínculo de um cliente com uma marca. No começo dos anos 2000 eu ouvia em sala de aula sobre a globalização, e que o mundo estava se tornando uma grande aldeia. Uma professora querida enfatizava o quanto o MSN facilitava a comunicação, e que o futuro seria algo muito cibernético e cinza. Não perde...