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Mostrando postagens de maio, 2019

Diversidade não é produto pop

O conceito de diversidade tem sido falado de forma muito ampla no mercado de trabalho, e dentro das muitas faltas que o Brasil vive, isso é um ganho, mas em contra ponto é preciso termos atenção a essa temática.  Vejo empresas vestindo uma roupagem comercial, mas sem muita representatividade. Atuando apenas dentro de um cenário midiático, porque em alguns casos se tornou interessante falar de minorias, mas sem muito aprofundamento, porque não existe interesse em impacto social, o foco permanece sendo o retorno apenas em lucratividade. Com isso, descartando a pluralidade da compreensão contextual em que a diversidade se forma. Falta propósito. Prometo não me alongar em todas as especificações que gostaria de trazer, mas levantarei pontos relevantes em nossa conversa hoje. Em maio de 2019 estive em uma palestra no MIS (Museu da Imagem e Som), na capital paulista, onde Ana Maria Gonçalves, a escritora do livro O Defeito da Cor transcorria sobre a sociedade atual que ...

Periferia, Educador Social e o Terceiro Setor

A periferia é o lugar de fala de muitos brasileiros, e em alguns aspectos parece um mundo paralelo onde índices preocupantes alertam a sociedade que responde de forma desinteressada, mas fora o contexto de problemas sociais, como pobreza, marginalidade, e a falta de acessibilidade a direitos básicos, existe dentro desse espaço um mundo plural que segue se desenvolvendo, apesar de toda precariedade. Um ator muito significado dentro desse espaço é o Terceiro Setor, tendo agentes impares na interação com jovens, adultos e adolescentes: os educadores sociais.  Não retirando a contribuição dos demais profissionais que atuam com políticas públicas, mas observando especificamente para esse profissional é indispensável entender seu papel, e desafios frente a rotina diária. Em 2006, quando tive a oportunidade de fazer um curso profissionalizante na Ação Comunitária que hoje recebe o nome de Vocação, pude aprender noções administrativas, descobri outras funções do computador, além ...

Jéssica, Los Hermanos e eu.

"Moça, olha só o que eu te escrevi..." Não sei bem por onde começar, geralmente não sou bom com começos, mas também sou um pouco desajeitado com finais. E é estranho trazer um história que parece mais estória, afinal não aconteceu aquele simples ciclo de inicio, meio e fim. Tudo aconteceu dentro de mim. Vamos lá! Há sete anos atrás conheci Los Hermanos, e também conheci Jéssica. Foi a segunda Jéssica da minha vida, é engraçado dizer, mas já me apaixonei por três Giseles, e duas Jéssicas ao longo dessa jornada desajustada. Longa história, meus caros, mas retornemos ao que interessa. Jéssica é dessas garotas de riso largo, que perde os olhos ao sorrir, e tem uma risada aguda que faz com que você sorria vendo ela sorrir. Eu a chamava de pequena, mas ela é cumprida, cheia de ideias, e com uma infinidade de assuntos peculiares. É alguém que é bonita de dentro para fora, e é uma pessoa com quem vale a pena compartilhar um café, um chá, uma cerveja, a vida.  Em 2012, lembro...